João Fontes Junior (João Batista de Farias Fontes Júnior) disputou 10 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Boquim em 2016. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SE: 1.218 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por SE, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 106 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 500 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil), pessoal (R$ 23 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 750 em 2020 (71% com publicidade por adesivos) e R$ 5 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
750 votos em 2022 · 10 eleições
A votação de João Batista de Farias Fontes Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 107 mil em receitas · R$ 100 mil em gastos
João Fontes Junior declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Sergipe em 2010 e 2022, e vereador em Boquim (SE) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 107 mil em receitas: R$ 106 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 500 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil) e pessoal (R$ 23 mil). Em 2020, 71% dos R$ 750 em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2016, R$ 5 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 107 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 100 milcampanha encerrada; tudo pago
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2020180não eleitoLBoquim, Sergipe · 30 anos · Parda · Superior completo · Servidor Público Municipal · CIDADANIA · nº 23123 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 2018—GSE · 28 anos · Parda · Superior completo · Vereador · PV · nº 4344 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Vereador · 2000SUPLENTE45LBoquim, Sergipe · 10 anos · Ensino médio incompleto · Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados · PC do B · nº 65123 · ver resultado completo
Coligação: PSB / PT / PC do B / PV
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.