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Marciano da Liga de Lutas

Foto de Marciano Diogo dos Santos Filho
Marciano da Liga de Lutas
Marciano Diogo dos Santos Filho (nome civil)
2 eleições entre 2020 e 2022 · PDT
33 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Marciano da Liga de Lutas (Marciano Diogo dos Santos Filho) disputou 2 eleições entre 2020 e 2022, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por SC: 282 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SC, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 34 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 20 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 2 mil). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 3 mil, 76% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

282 votos em 2022 · 2 eleições

A votação de Marciano Diogo dos Santos Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 37 mil em receitas · R$ 27 mil em gastos

Marciano da Liga de Lutas declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Florianópolis (SC) em 2020, e deputado estadual por Santa Catarina em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 37 mil em receitas: R$ 34 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 20 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2020, 76% dos R$ 3 mil em gastos foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2022R$ 37 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 27 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22020 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2022Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
doações de pessoas
FEFC 94% · pessoas 6%
Gasto contratado
R$ 27 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 20 mil74,6%
  • Materiais impressosR$ 3 mil12,0%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2 mil6,3%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil5,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 5101,9%
2020Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil76,1%
  • Serviços contábeisR$ 74022,5%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 451,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.