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Ciça Müller

Foto de Dagmar Clarissa Basseggio Müller
Ciça Müller
Dagmar Clarissa Basseggio Müller (nome civil)
3 eleições entre 2022 e 2026 · PDT
56 anos em 2026 · Feminino · Superior completo
Vereador
Candidata a Deputada Estadual · Santa Catarina · Eleições 2026 · PDT · nº 12012
Com mandato
redes informadas ao TSE

Ciça Müller (PDT) ficou como suplente de deputada estadual por Santa Catarina em 2026, com 2.588 votos, pelo resultado oficial do TSE. Ciça Müller (Dagmar Clarissa Basseggio Müller) disputou 3 eleições entre 2022 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Balneário Camboriú em 2024. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por SC: 2.588 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por SC, declarou R$ 159 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outros recursos do partido, R$ 19 mil de doações privadas e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 112 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 35 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 28 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 31 mil em 2024 e R$ 73 mil em 2022.

Vereador · 2024
708
votos · Balneário Camboriú, Santa Catarina
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.588 votos em 2026 · 3 eleições

A votação de Dagmar Clarissa Basseggio Müller em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 159 mil em receitas · R$ 112 mil em gastos contratados

Ciça Müller declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Santa Catarina em 2022 e 2026, e vereadora em Balneário Camboriú (SC) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 159 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outros recursos do partido, R$ 19 mil de doações privadas e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 112 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 35 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil); R$ 87 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 31 mil em gastos; em 2022, 47% dos R$ 73 mil em gastos foram com serviços próprios prestados por terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 159 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 112 milcontratados, parcial; R$ 87 mil pagos
Gastos em 2024R$ 31 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32022, 2024 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputada estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 159 mil
doações de pessoas
FEFC 63% · partido 6% · pessoas 12% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 112 mil
pago até agora: R$ 87 mil (78%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 35 mil31,4%
  • Materiais impressosR$ 32 mil29,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 28 mil24,7%
  • Serviços de terceirosR$ 11 mil9,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 6 mil5,1%
2024Vereadora, Balneário Camboriú (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
doações de pessoas
FEFC 69% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 13% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 31 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil32,3%
  • PessoalR$ 8 mil25,3%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 3 mil11,2%
  • Materiais impressosR$ 3 mil10,1%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil21,1%
2022Deputada estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 80 mil
3 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 88% · Fundo Partidário 4% · pessoas 8%
Gasto contratado
R$ 73 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 35 mil47,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 21 mil28,8%
  • Materiais impressosR$ 9 mil12,6%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil3,8%
  • Outras 7 categoriasR$ 5 mil7,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleita em 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.