Daniela Fortes (Daniela dos Santos Fortes) disputou 7 eleições entre 2008 e 2024, para vereadora e deputada federal. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Aracaju em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputada federal por SE: 28.516 votos. Na campanha de 2024 para vereadora em Aracaju/SE, declarou R$ 210 mil em receitas: R$ 196 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 198 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 89 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil) e publicidade por adesivos (R$ 18 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1 milhão em 2022 e R$ 6 mil em 2020.
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Evolução da votação nas eleições
1.904 votos em 2024 · 7 eleições
A votação de Daniela dos Santos Fortes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 210 mil em receitas · R$ 198 mil em gastos
Daniela Fortes declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereadora em Aracaju (SE) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputada federal por Sergipe em 2014 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 210 mil em receitas: R$ 196 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 12 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 198 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 89 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil). Em 2022, R$ 1 milhão em gastos; em 2020, R$ 6 mil em gastos.
Receitas em 2024R$ 210 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 198 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 1 milhãocampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 17% · pessoas 30% · empresas 25% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 5 mil25,3%
Serviços de terceirosR$ 8324,2%
Outras 6 categoriasinclui R$ 70 lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil70,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2024SUPLENTE1.904LAracaju, Sergipe · 44 anos · Parda · Superior completo · Empresário · UNIÃO · nº 44777 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 2022SUPLENTE5.530GSE · 42 anos · Parda · Superior completo · Pedagogo · UNIÃO · nº 4456 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2020—LAracaju, Sergipe · 40 anos · Parda · Ensino médio completo · Empresário · PSC · nº 20123 · registro constava como cassado nos dados do TSE · ver a eleiçãoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.