Tony Medeiros

Foto de João Wellington de Medeiros Cursino
Tony Medeiros
João Wellington de Medeiros Cursino (nome civil)
11 eleições entre 2004 e 2026 · último partido AGIR
62 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Músico
Candidato a Deputado Estadual · Amazonas · Eleições 2026 · AGIR · nº 36777
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, Tony Medeiros (AGIR) ficou como suplente de deputado estadual pelo Amazonas em 2026, com 6.923 votos, pelo resultado oficial do TSE. Tony Medeiros (João Wellington de Medeiros Cursino) disputou 11 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, vereador, vice-prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Parintins em 2020 e 2016; deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por AM: 31.408 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AM, declarou R$ 173 mil em receitas: R$ 73 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 46 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 13 mil), militância e mobilização de rua (R$ 10 mil) e serviços advocatícios (R$ 6 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 118 mil em 2024 e R$ 317 mil em 2022.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

6.923 votos em 2026 · 11 eleições

A votação de João Wellington de Medeiros Cursino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 173 mil em receitas · R$ 46 mil em gastos contratados

Tony Medeiros declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado federal por Amazonas em 2006, vereador em Manaus (AM) em 2008 e 2024, e deputado estadual por Amazonas em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 173 mil em receitas: R$ 73 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 46 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 13 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 10 mil); R$ 24 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 118 mil em gastos; em 2022, R$ 317 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 173 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 46 milcontratados, parcial; R$ 24 mil pagos
Gastos em 2024R$ 118 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas8de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 173 mil
11 doadores pessoas físicas
pessoas 42% · próprios 58%
Gasto contratado
R$ 46 mil
pago até agora: R$ 24 mil (52%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 13 mil28,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil21,9%
  • Serviços advocatíciosR$ 6 mil13,2%
  • Serviços contábeisR$ 6 mil13,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 11 mil23,2%
2024Vereador, Manaus (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 152 mil
16 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 118 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 30 mil25,3%
  • Materiais impressosR$ 23 mil19,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 19 mil16,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 11 mil9,4%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil29,3%
2022Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 378 mil
19 doadores pessoas físicas
FEFC 26% · pessoas 52% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 317 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 108 mil34,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 81 mil25,5%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 56 mil17,8%
  • AlimentaçãoR$ 20 mil6,4%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 52 mil16,3%
Ver as 5 campanhas anteriores
2018Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 296 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 97% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 260 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 127 mil48,8%
  • Materiais impressosR$ 51 mil19,8%
  • PessoalR$ 21 mil8,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 16 mil6,2%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 44 mil17,1%
2014Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 231 mil
28 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 55% · empresas 15% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 231 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 101 mil43,6%
  • Materiais impressosR$ 46 mil19,8%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 29 mil12,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 19 mil8,1%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 590 lançados como "diversas a especificar"R$ 37 mil15,9%
2010Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 170 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 58% · pessoas 32% · empresas 10%
Gasto contratado
R$ 169 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 30 mil17,5%
  • PessoalR$ 23 mil13,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16 mil9,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil7,8%
  • Outras 11 categoriasR$ 88 mil52,0%
2008Vereador, Manaus (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 40 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 67% · pessoas 2% · empresas 13% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 40 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 11 mil27,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil11,1%
  • Materiais impressosR$ 1 mil2,8%
  • Reembolsos de gastos realizados por eleitoresR$ 1 mil2,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 22 mil55,9%
2006Deputado federal, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 55 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 91% · pessoas menos de 1% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 58 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 4 mil7,0%
  • AlimentaçãoR$ 4 mil6,8%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 4 mil6,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil5,8%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 876 lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil74,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 2010, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892