7 eleições entre 1994 e 2022 · último partido AVANTE
73 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Civil Aposentado
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Edimar Pireneus (Edimar Pireneus Cardoso) disputou 7 eleições entre 1994 e 2022, para deputado distrital, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado distrital em 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2002, para deputado distrital por DF: 13.250 votos. Na campanha de 2022 para deputado distrital por DF, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 18 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 12 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 81 mil em 2018 (50% com militância e mobilização de rua) e R$ 34 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
1.458 votos em 2022 · 7 eleições
A votação de Edimar Pireneus Cardoso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 23 mil em receitas · R$ 23 mil em gastos
Edimar Pireneus declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2006 e 2022, e deputado federal por Distrito Federal em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 18 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Em 2018, 50% dos R$ 81 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2006, R$ 34 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 23 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 23 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 81 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 20% · pessoas 71% · empresas 9%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 5 mil13,4%
Publicidade por telemarketingR$ 3 mil10,1%
Despesas postaisR$ 3 mil10,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil6,7%
Outras 5 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 20 mil59,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Distrital · 2002SUPLENTE13.250GDF · 53 anos · Superior completo · Sociologo · PTB · nº 14777 · ver resultado completo
Coligação: PTB / PSDC / PRONA / PT do B
Deputado Distrital · 1998ELEITO9.944GDF · 49 anos · Superior completo · PMDB · nº 15115 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PRP
Deputado Estadual · 1994ELEITO10.534GDF · 45 anos · Superior completo · PP · nº 39139 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.