- PessoalR$ 558 mil42,5%
- Materiais impressosR$ 149 mil11,4%
- Publicidade por adesivosR$ 104 mil7,9%
- Serviços advocatíciosR$ 70 mil5,3%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 300 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 431 mil32,9%
Segundo o Radar do Voto, Rosilene Corrêa (PT) ficou como suplente de deputada federal pelo Distrito Federal em 2026, com 34.253 votos, pelo resultado oficial do TSE. Rosilene Corrêa (Rosilene Corrêa Lima) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputada federal e senadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para senadora por DF: 356.198 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por DF, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 157 mil de doações privadas (22 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com pessoal (R$ 558 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 149 mil) e publicidade por adesivos (R$ 104 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 2,5 milhões.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rosilene Corrêa Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rosilene Corrêa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: senadora por Distrito Federal em 2022, e deputada federal por Distrito Federal em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 157 mil de doações privadas (22 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com pessoal (R$ 558 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 149 mil); R$ 1 milhão já foram pagos. Em 2022, R$ 2,5 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.