- Materiais impressosR$ 60 mil73,2%
- Serviços contábeisR$ 12 mil14,6%
- Serviços advocatíciosR$ 10 mil12,2%

Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputada estadual pelo Amapá, Daimini (PL) teve 49 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: renúncia). Esses votos não entram nos votos válidos. Daimini (Daimini Braga de Araújo) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereadora em Santana/AP: 633 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por AP, declarou R$ 100 mil em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 82 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 60 mil), serviços contábeis (R$ 12 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 33 mil em 2020 e R$ 740 em 2016.
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A votação de Daimini Braga de Araújo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Daimini declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Santana (AP) em 2016 e 2020, e deputada estadual por Amapá em 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 100 mil em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 82 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 60 mil) e serviços contábeis (R$ 12 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2020, R$ 33 mil em gastos; em 2016, 68% dos R$ 740 em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.