- Serviços de terceirosR$ 44 mil48,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil19,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 11 mil12,3%
- PessoalR$ 10 mil11,0%
- Outras 7 categoriasR$ 8 mil9,1%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Morelli (José Olímpio Augusto Morelli) disputou 1 eleição, em 2022, para deputado distrital por DF, com 425 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2022 para deputado distrital por DF, declarou R$ 110 mil em receitas: R$ 105 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 44 mil), militância e mobilização de rua (R$ 18 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 11 mil).
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Morelli declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado distrital por Distrito Federal em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 110 mil em receitas: R$ 105 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 44 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 18 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.