Juan Ricthelly

Foto de Juan Ricthelly Vieira da Silva
Juan Ricthelly
Juan Ricthelly Vieira da Silva (nome civil)
2 eleições entre 2018 e 2022 · PSOL
31 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
redes informadas ao TSE

Juan Ricthelly (Juan Ricthelly Vieira da Silva) disputou 2 eleições entre 2018 e 2022, para deputado distrital, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado distrital por DF: 353 votos. Na campanha de 2022 para deputado distrital por DF, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 26 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 9 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 500, 99% com militância e mobilização de rua.

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Evolução da votação nas eleições

353 votos em 2022 · 2 eleições

A votação de Juan Ricthelly Vieira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Distrital

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 27 mil em receitas · R$ 19 mil em gastos

Juan Ricthelly declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 26 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 9 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil). Em 2018, 99% dos R$ 500 em gastos foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2022R$ 27 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 19 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 500campanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2022Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 96% · pessoas 4%
Gasto contratado
R$ 19 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil46,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil23,9%
  • Materiais impressosR$ 3 mil14,7%
  • Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 1 mil5,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 2 mil9,6%
2018Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
FEFC 82% · pessoas 18%
Gasto contratado
R$ 500
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 49999,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 20,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892