- Militância e mobilização de ruaR$ 84 mil64,0%
- Materiais impressosR$ 25 mil19,4%
- Locação de imóveisR$ 7 mil5,3%
- Serviços contábeisR$ 6 mil4,6%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil6,7%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sargento Sansão (Manoel Sansão Alves Barbosa) disputou 2 eleições entre 2004 e 2022, para deputado distrital e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2022 para deputado distrital por DF, declarou R$ 136 mil em receitas: R$ 55 mil do Fundo Partidário, R$ 15 mil de outras campanhas, R$ 65 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 131 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 84 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil) e locação de imóveis (R$ 7 mil).
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Sargento Sansão declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado distrital por Distrito Federal em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 136 mil em receitas: R$ 55 mil do Fundo Partidário, R$ 15 mil de outras campanhas, R$ 65 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 131 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 84 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 25 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.