- Impulsionamento de conteúdosR$ 136 mil58,3%
- Correspondências e despesas postaisR$ 31 mil13,2%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 25 mil10,9%
- Serviços contábeisR$ 18 mil7,7%
- Outras 3 categoriasR$ 23 mil9,9%
Segundo o Radar do Voto, Eduardo Torres (PL) ficou como suplente de deputado distrital do Distrito Federal em 2026, com 17.314 votos, pelo resultado oficial do TSE. Eduardo Torres (Carlos Eduardo Antunes Tôrres) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputado distrital por DF: 17.314 votos. Na campanha de 2026 para deputado distrital por DF, declarou R$ 243 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 45 mil de outras campanhas, R$ 75 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 233 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 136 mil), correspondências e despesas postais (R$ 31 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 25 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 223 mil em 2022 e R$ 3 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Eduardo Antunes Torres em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Eduardo Torres declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 243 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 45 mil de outras campanhas, R$ 75 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 233 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 136 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 31 mil); R$ 233 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 223 mil em gastos; em 2018, R$ 3 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.