- PessoalR$ 52 mil33,5%
- Materiais impressosR$ 44 mil27,9%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 26 mil16,8%
- Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil5,8%
- Outras 9 categoriasR$ 25 mil16,1%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Helenice Pereira Duarte (Helenice Beatriz Luersen Pereira Duarte) disputou 1 eleição, em 2022, para deputada estadual por SC, com 1.056 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2022 para deputada estadual por SC, declarou R$ 171 mil em receitas: R$ 102 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 56 mil de outras campanhas e R$ 14 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 156 mil, principalmente com pessoal (R$ 52 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 26 mil).
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Helenice Pereira Duarte declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Santa Catarina em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 171 mil em receitas: R$ 102 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 56 mil de outras campanhas e R$ 14 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 156 mil, principalmente com pessoal (R$ 52 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.