Filippelli

Foto de Nelson Tadeu Filippelli
Filippelli
Nelson Tadeu Filippelli (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2022 · último partido MDB
73 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Filippelli (Nelson Tadeu Filippelli) disputou 8 eleições entre 1994 e 2022, para deputado distrital, deputado federal, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vice-governador em 2010; deputado federal em 2006, 2002 e 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por DF: 166.958 votos. Na campanha de 2022 para deputado distrital por DF, declarou R$ 746 mil em receitas: R$ 603 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 38 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 105 mil de doações privadas (74 doadores). Os gastos contratados somam R$ 636 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 275 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 237 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,1 milhões em 2018 (49% com militância e mobilização de rua) e R$ 280 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

7.152 votos em 2022 · 8 eleições

A votação de Nelson Tadeu Filippelli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalGovernadorDep. Distritalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 746 mil em receitas · R$ 636 mil em gastos

Filippelli declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Distrito Federal em 2006 e 2018, vice-governador por Distrito Federal em 2010, e deputado distrital por Distrito Federal em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 746 mil em receitas: R$ 603 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 38 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 105 mil de doações privadas (74 doadores). Os gastos contratados somam R$ 636 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 275 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 237 mil). Em 2018, 49% dos R$ 2,1 milhões em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2006, R$ 280 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 746 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 636 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 2,1 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42006, 2010, 2018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 746 mil
74 doadores pessoas físicas
FEFC 81% · partido e outras campanhas 5% · pessoas 14%
Gasto contratado
R$ 636 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 275 mil43,2%
  • Materiais impressosR$ 237 mil37,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 39 mil6,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 25 mil3,9%
  • Outras 8 categoriasR$ 60 mil9,4%
2018Deputado federal, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,2 milhões
doações de pessoas
FEFC 60% · partido 40% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2,1 milhões
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1 milhão48,8%
  • Materiais impressosR$ 601 mil29,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 136 mil6,6%
  • PessoalR$ 81 mil3,9%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 900 lançados como "diversas a especificar" e R$ 34 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 239 mil11,6%
2010Vice-governador, Distrito Federal
Arrecadado
R$ 5,3 milhões
doações de pessoas
partido e outras campanhas 96% · pessoas menos de 1% · empresas 4%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 418 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 2% · empresas 70% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 280 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 76 mil27,1%
  • PessoalR$ 34 mil12,2%
  • TelefoneR$ 34 mil12,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 34 mil12,1%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 102 mil36,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892