Werden Tavares Pinheiro

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Werden Tavares Pinheiro
2 eleições entre 2020 e 2022 · REDE
41 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Publicitário
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Werden (Werden Tavares Pinheiro) disputou 2 eleições entre 2020 e 2022, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por SE: 543 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por SE, declarou R$ 101 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 26 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 102 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 58 mil), serviços advocatícios (R$ 13 mil) e serviços de terceiros (R$ 11 mil). Na campanha de 2020, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 14 mil, 80% com militância e mobilização de rua.

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Evolução da votação nas eleições

543 votos em 2022 · 2 eleições

A votação de Werden Tavares Pinheiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 101 mil em receitas · R$ 102 mil em gastos contratados

Werden declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Aracaju (SE) em 2020, e deputado federal por Sergipe em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 101 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outros recursos do partido e R$ 26 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 102 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 58 mil) e serviços advocatícios (R$ 13 mil). Em 2020, 80% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2022R$ 101 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 102 milcontratados
Gastos em 2020R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22020 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, SergipeVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 101 mil
doações de pessoas
FEFC 99% · partido 1% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 102 mil
pago: R$ 101 mil (99%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 58 mil56,5%
  • Serviços de terceirosR$ 11 mil10,8%
  • Materiais impressosR$ 7 mil7,2%
  • Outras 9 categoriasR$ 26 mil25,5%
2020Vereador, Aracaju (SE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
doações de pessoas
FEFC 47% · pessoas 3% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 14 mil
pago: R$ 14 mil (99%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 11 mil79,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 8396,1%
  • Materiais impressosR$ 2001,4%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil12,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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