Marcelo de Oliveira Guimaraes Filho

Foto de Marcelo de Oliveira Guimaraes Filho
Marcelo de Oliveira Guimaraes Filho
8 eleições entre 2000 e 2026 · último partido PODE
50 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE
Comparar

Marcelo Guimarães Filho (Marcelo de Oliveira Guimarães Filho) disputou 7 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2006 e 2002; vereador de Salvador em 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por BA: 93.253 votos. Em 2026, concorre a 1º suplente por BA pelo PODE. Na campanha de 2022 para deputado federal por BA, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 159 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3,1 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2,1 milhões), serviços de terceiros (R$ 836 mil) e serviços advocatícios (R$ 70 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 73 mil em 2016 (42% com publicidade por materiais impressos) e R$ 177 mil em 2010.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

55.995 votos em 2022 · 8 eleições · 2026 em disputa

A votação de Marcelo de Oliveira Guimaraes Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 3,1 milhões em receitas · R$ 3,1 milhões em gastos

Marcelo Guimarães Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Bahia em 2006, 2010 e 2022, e vereador em Salvador (BA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 159 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3,1 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2,1 milhões) e serviços de terceiros (R$ 836 mil). Em 2016, 42% dos R$ 73 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 53% dos R$ 177 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 3,1 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 3,1 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 73 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2016 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,1 milhões
3 doadores pessoas físicas
FEFC 95% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 3,1 milhões
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2,1 milhões66,6%
  • Serviços de terceirosR$ 836 mil27,1%
  • Serviços advocatíciosR$ 70 mil2,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 61 mil2,0%
  • Outras 9 categoriasR$ 61 mil2,0%
2016Vereador, Salvador (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 73 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 12% · próprios 88%
Gasto contratado
R$ 73 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 31 mil41,8%
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil16,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 11 mil15,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil12,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 10 mil14,2%
2010Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 177 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 10% · empresas 56% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 177 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 94 mil52,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 37 mil20,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 8 mil4,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil2,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 34 mil19,4%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 116 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 23% · empresas 69% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 116 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 63 mil54,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil7,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil5,9%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil2,0%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 36 mil30,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2000, 2002 e 2006 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885