Sérgio Sebastião de Barros

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Sérgio Sebastião de Barros
4 eleições entre 1998 e 2022 · último partido PSDB
70 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE
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Sérgio Barros (Sérgio Sebastião de Barros) disputou 4 eleições entre 1998 e 2022, para deputado federal e senador. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 1998. A maior votação foi em 2002, para senador por AC: 66.192 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por AC, declarou R$ 877 mil em receitas: R$ 700 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 171 mil de doações privadas (69 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 702 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 319 mil), militância e mobilização de rua (R$ 195 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 45 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 26 mil, 72% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

3.491 votos em 2022 · 4 eleições

A votação de Sérgio Sebastião de Barros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 877 mil em receitas · R$ 702 mil em gastos contratados

Sérgio Barros declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Acre em 2006 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 877 mil em receitas: R$ 700 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 171 mil de doações privadas (69 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 702 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 319 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 195 mil). Em 2006, 72% dos R$ 26 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 877 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 702 milcontratados
Gastos em 2006R$ 26 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 877 mil
69 doadores pessoas físicas
FEFC 80% · pessoas 20% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 702 mil
pago: R$ 701 mil (99%)
  • Materiais impressosR$ 319 mil45,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 195 mil27,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil0,4%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil0,4%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 195menos de 0,1%
  • Outras 9 categoriasR$ 182 mil25,9%
2006Deputado federal, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
sem doações de pessoas
empresas 1% · próprios 99%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19 mil72,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 7 mil27,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 1998

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Sérgio Sebastião de Barros (Sérgio Barros): candidaturas e votos · Radar do Voto