- PessoalR$ 85 mil33,8%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 63 mil25,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 61 mil24,2%
- Serviços de terceirosR$ 19 mil7,5%
- Outras 4 categoriasR$ 23 mil9,3%
Segundo o Radar do Voto, Rosilene Martins (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputada federal pelo Tocantins em 2026, com 4.098 votos, pelo resultado oficial do TSE. Rosilene Martins (Rosilene Pereira de Sousa Cruz) disputou 3 eleições entre 2022 e 2026, para deputada federal, vereadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por TO: 4.398 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por TO, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 167 mil do Fundo Partidário e R$ 214 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 250 mil, principalmente com pessoal (R$ 85 mil), eventos de promoção da candidatura (R$ 63 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 61 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 120 mil em 2024 (54% com militância e mobilização de rua) e R$ 65 mil em 2022.
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A votação de Rosilene Pereira de Sousa Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rosilene Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Tocantins em 2022, vereadora em Palmas (TO) em 2024, e deputada federal por Tocantins em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 167 mil do Fundo Partidário e R$ 214 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 250 mil, principalmente com pessoal (R$ 85 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 63 mil); R$ 150 mil já foram pagos. Em 2024, 54% dos R$ 120 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2022, R$ 65 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.