- Materiais impressosR$ 33 mil53,7%
- Serviços contábeisR$ 6 mil9,9%
- Serviços de terceirosR$ 6 mil9,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil7,3%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 600 lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil19,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Perpétua Suni (Perpétua Pereira Cerqueira) disputou 3 eleições entre 2016 e 2022, para deputada estadual, deputada federal e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada federal por AM: 812 votos. Na campanha de 2022 para deputada estadual por AM, declarou R$ 61 mil em receitas: R$ 56 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outras campanhas e R$ 80 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 61 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil), serviços contábeis (R$ 6 mil) e serviços de terceiros (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 55 em 2018 (100% com taxa de administração de financiamento coletivo) e R$ 261 em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Perpetua Pereira Cerqueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Perpétua Suni declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Manaus (AM) em 2016, deputada federal por Amazonas em 2018, e deputada estadual por Amazonas em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 61 mil em receitas: R$ 56 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outras campanhas e R$ 80 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 61 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil) e serviços contábeis (R$ 6 mil). Em 2018, 100% dos R$ 55 em gastos foram com taxa de administração de financiamento coletivo; em 2016, 44% dos R$ 261 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.