Alexandre Lira

Foto de Alexandre Lira de Souza
Alexandre Lira
Alexandre Lira de Souza (nome civil)
2 eleições entre 2018 e 2022 · último partido SOLIDARIEDADE
30 anos em 2022 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alexandre Lira (Alexandre Lira de Souza) disputou 2 eleições entre 2018 e 2022, para deputado distrital e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por DF: 575 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por DF, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de outros recursos do partido, R$ 22 mil de doações privadas (17 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 6 mil), alimentação (R$ 39) e taxa de administração de financiamento coletivo (R$ 10).

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Evolução da votação nas eleições

170 votos em 2022 · 2 eleições

A votação de Alexandre Lira de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalDep. Distrital

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 47 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Alexandre Lira declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Distrito Federal em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de outros recursos do partido, R$ 22 mil de doações privadas (17 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 6 mil) e alimentação (R$ 39).

Gastos em 2018R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado federal, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 47 mil
17 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 3% · Fundo Partidário 24% · partido 22% · pessoas 48% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 6 mil
pago: R$ 1 mil (17%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil99,1%
  • AlimentaçãoR$ 390,6%
  • Taxa de administração de financiamento coletivoR$ 100,2%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 6menos de 0,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892