- PessoalR$ 26 mil43,1%
- Materiais impressosR$ 11 mil18,1%
- Correspondências e despesas postaisR$ 6 mil10,2%
- Serviços de terceirosR$ 6 mil9,9%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil18,7%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Leonardo Tatim (Leonardo Schmalz Tatim) disputou 1 eleição, em 2022, para deputado estadual por SC, com 1.650 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SC, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 60 mil, principalmente com pessoal (R$ 26 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 6 mil).
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Leonardo Tatim declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Santa Catarina em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 60 mil, principalmente com pessoal (R$ 26 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.