Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pastor Vanio de Oliveira (Vânio de Oliveira) disputou 9 eleições entre 1994 e 2022, para deputado estadual, vereador, senador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por SC: 43.553 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SC, declarou R$ 11 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), serviços de terceiros (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 21 mil em 2012 (50% com publicidade por materiais impressos) e R$ 46 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
2.722 votos em 2022 · 9 eleições
A votação de Vanio de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 11 mil em receitas · R$ 11 mil em gastos
Pastor Vanio de Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006 e 2022, e vereador em Criciúma (SC) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 11 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e serviços de terceiros (R$ 4 mil). Em 2012, 50% dos R$ 21 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 46 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 11 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 11 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 21 milcontratados, campanha encerrada
pessoas 6% · empresas 36% · próprios 55% · outras 3%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil22,9%
Eventos de promoção da candidaturaR$ 7 mil21,5%
Materiais impressosR$ 4 mil11,6%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil7,0%
Outras 10 categoriasinclui R$ 268 lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil36,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Senador · 2010—GSC · 57 anos · Superior completo · Administrador · PSC · nº 207 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleiçãoprestação de contas
Vereador · 2008SUPLENTE1.495LCriciúma, Santa Catarina · 55 anos · Superior completo · Aposentado (exceto Servidor Público) · PP · nº 11133 · ver resultado completo
Deputado Federal · 2002SUPLENTE16.422GSC · 49 anos · Superior completo · Agente Administrativo · PPB · nº 1133 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PFL / PSL
Deputado Federal · 1998SUPLENTE43.553GSC · 45 anos · Superior incompleto · PMDB · nº 1533 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1994SUPLENTE37.740GSC · 41 anos · Superior incompleto · Alfaite · PFL · nº 2533 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.