11 eleições entre 1996 e 2022 · último partido PC do B
49 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Historiador
redes informadas ao TSE
Juliano Roso disputou 11 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito, deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2014; vice-prefeito de Passo Fundo em 2012; vereador de Passo Fundo em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RS: 20.353 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RS, declarou R$ 543 mil em receitas: R$ 493 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 38 mil de doações privadas (17 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 530 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 231 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 121 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 105 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 324 mil em 2020 (62% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 157 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
13.459 votos em 2022 · 11 eleições
A votação de Juliano Roso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. EstadualDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 543 mil em receitas · R$ 530 mil em gastos
Juliano Roso declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2014, 2018 e 2022, vereador em Passo Fundo (RS) em 2008, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010, e prefeito em Passo Fundo (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 543 mil em receitas: R$ 493 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 38 mil de doações privadas (17 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 530 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 231 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 121 mil). Em 2020, 62% dos R$ 324 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2018, R$ 157 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 543 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 530 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 324 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 16% · pessoas 60% · empresas 18% · outras 5%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil18,7%
Materiais impressosR$ 3 mil14,2%
Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil7,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 6082,9%
Outras 6 categoriasR$ 12 mil56,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2020NÃO ELEITO6.897LPasso Fundo, Rio Grande do Sul · 47 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PC do B · nº 65 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 201820.353não eleitoGRS · 45 anos · Branca · Superior completo · Deputado · PC do B · nº 65665 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2014ELEITO17.092GRS · 41 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PC do B · nº 65665 · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2012ELEITO39.872LPasso Fundo, Rio Grande do Sul · 39 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PPS · nº 23 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PRB / PPS / DEM / PRTB / PHS / PMN / PV / PRP / PSDB / PC do B / PPL / PSD
Vereador · 2008ELEITO2.232LPasso Fundo, Rio Grande do Sul · 35 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PC do B · nº 65665 · ver resultado completo
Vereador · 2004ELEITO1.959LPasso Fundo, Rio Grande do Sul · 31 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PC do B · nº 65665 · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO1.399LPasso Fundo, Rio Grande do Sul · 27 anos · Superior incompleto · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PC do B · nº 65665 · ver resultado completo
Coligação: PT / PSB / PC do B
Vereador · 1996308não eleitoLPasso Fundo, Rio Grande do Sul · 23 anos · Superior incompleto · Estudante · PC do B · nº 65601 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.