Claudio Doro

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Claudio Doro
4 eleições entre 2010 e 2024 · último partido PODE
73 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Agrônomo
redes informadas ao TSE

Cláudio Dóro disputou 4 eleições entre 2010 e 2024, para vice-prefeito, deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Passo Fundo/RS: 13.287 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RS, declarou R$ 46 mil em receitas: R$ 35 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 11 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil), militância e mobilização de rua (R$ 10 mil) e pessoal (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 63 mil em 2020 (51% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 61 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

3.077 votos em 2022 · 4 eleições

A votação de Claudio Doro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 46 mil em receitas · R$ 35 mil em gastos

Cláudio Dóro declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010 e 2022, e prefeito em Passo Fundo (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 46 mil em receitas: R$ 35 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 11 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 10 mil). Em 2020, 51% dos R$ 63 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, R$ 61 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 46 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 35 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 63 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32010, 2020 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 46 mil
sem doações de pessoas
FEFC 76% · partido e outras campanhas 24%
Gasto contratado
R$ 35 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 11 mil30,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil28,0%
  • PessoalR$ 4 mil10,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil3,5%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil27,7%
2020Prefeito, Passo Fundo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 80 mil
15 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
pessoas 94% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 63 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 32 mil51,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 13 mil20,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 8 mil12,9%
  • Materiais impressosR$ 6 mil10,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil5,4%
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 61 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 58% · pessoas 3% · empresas 20% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 61 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 20 mil33,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil7,7%
  • Despesas postaisR$ 4 mil6,6%
  • Materiais impressosR$ 4 mil6,0%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 28 mil46,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892