Dr Marcos Pires (Marcos Vinicius de Araujo Pires) disputou 2 eleições entre 2018 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por BA: 6.241 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Barreiras/BA, declarou R$ 128 mil em receitas: R$ 22 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 36 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 70 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 120 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 52 mil), publicidade por adesivos (R$ 20 mil) e serviços contábeis (R$ 16 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 52 mil.
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Evolução da votação nas eleições
1.835 votos em 2020 · 2 eleições
A votação de Marcos Vinicius de Araujo Pires em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 128 mil em receitas · R$ 120 mil em gastos
Dr Marcos Pires declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2018, e prefeito em Barreiras (BA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 128 mil em receitas: R$ 22 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 36 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 70 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 120 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 52 mil) e publicidade por adesivos (R$ 20 mil). Em 2018, R$ 52 mil em gastos.
Receitas em 2020R$ 128 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 120 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 52 milcampanha encerrada; tudo pago
FEFC 90% · Fundo Partidário 9% · partido e outras campanhas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 52 mil
tudo pago (100%)
Materiais impressosR$ 18 mil34,1%
Serviços de terceirosR$ 9 mil18,0%
Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil16,3%
Locação de imóveisR$ 6 mil11,4%
Outras 4 categoriasR$ 11 mil20,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.