Dr, Antonio Carlos Pires

Foto de Antonio Carlos da Silva Pires
Dr, Antonio Carlos Pires
Antonio Carlos da Silva Pires (nome civil)
4 eleições entre 1996 e 2018 · último partido PROS
63 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr, Antonio Carlos Pires (Antonio Carlos da Silva Pires) disputou 4 eleições entre 1996 e 2018, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RJ: 3.435 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 12 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), militância e mobilização de rua (R$ 4 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 24 mil em 2010 (66% com locação de imóveis) e R$ 5 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

1.321 votos em 2018 · 4 eleições

A votação de Antonio Carlos da Silva Pires em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 12 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos

Dr, Antonio Carlos Pires declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, 2010 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 12 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 4 mil). Em 2010, 66% dos R$ 24 mil em gastos contratados foram com locação de imóveis; em 2006, R$ 5 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 12 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 24 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 12 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 5 mil41,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil31,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil26,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 10menos de 0,1%
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação de imóveisR$ 15 mil65,5%
  • Materiais impressosR$ 8 mil34,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 24menos de 0,1%
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 48% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil22,8%
  • Locação de imóveisR$ 80015,4%
  • Materiais impressosR$ 4007,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1152,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil52,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892