Samuelzinho

Foto de Samuel Rodrigues da Silva
Samuelzinho
Samuel Rodrigues da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2020 · último partido AVANTE
40 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Samuelzinho (Samuel Rodrigues da Silva) disputou 3 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Mathias Lobato em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Mathias Lobato/MG: 140 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Mathias Lobato/MG, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 19 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil), pessoal (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil.

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Evolução da votação nas eleições

140 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Samuel Rodrigues da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 31 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos

Samuelzinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Mathias Lobato (MG) em 2008, e prefeito em Mathias Lobato (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 19 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e pessoal (R$ 4 mil). Em 2008, R$ 1 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 31 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Mathias Lobato (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 4% · pessoas 61% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 15 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 10 mil62,7%
  • PessoalR$ 4 mil26,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil10,6%
2008Vereador, Mathias Lobato (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 48% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 30028,7%
  • Serviços de terceirosR$ 21020,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 353,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 50047,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892