Nanal

Foto de Reginaldo Figueiredo da Cruz
Nanal
Reginaldo Figueiredo da Cruz (nome civil)
10 eleições entre 1996 e 2024 · último partido MDB
63 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Gerente

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Nanal (Reginaldo Figueiredo da Cruz) disputou 10 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Duque de Caxias em 2000 e 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por RJ: 7.747 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Duque de Caxias/RJ, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com pessoal (R$ 12 mil), serviços de terceiros (R$ 3 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2016 (83% com serviços de terceiros) e R$ 17 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

508 votos em 2020 · 10 eleições

A votação de Reginaldo Figueiredo da Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 21 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos

Nanal declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Duque de Caxias (RJ) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com pessoal (R$ 12 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Em 2016, 83% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 57% dos R$ 17 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2020R$ 21 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 20 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2020Vereador, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
sem doações de pessoas
FEFC 94% · partido e outras campanhas 6%
Gasto contratado
R$ 20 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 12 mil61,6%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil15,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil14,5%
  • Serviços contábeisR$ 1 mil5,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 7433,7%
2016Vereador, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil83,3%
  • PessoalR$ 30016,7%
2012Vereador, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · empresas 98%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil57,1%
  • Materiais impressosR$ 5 mil28,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil14,9%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
doações de pessoas
pessoas 6% · empresas 94%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil99,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 750,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892