Silvano Alves de Avelar

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Silvano Alves de Avelar
6 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PDT
64 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Prof. Silvano Avelar (Silvano Alves de Avelar) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Paracatu em 1996. A maior votação foi em 2004, para vereador em Paracatu/MG: 938 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Paracatu/MG, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 956 de outras campanhas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 5 mil), pessoal (R$ 4 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 350). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 46% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

202 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Silvano Alves de Avelar em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 10 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos

Prof. Silvano Avelar declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Paracatu (MG) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 956 de outras campanhas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 5 mil) e pessoal (R$ 4 mil). Em 2016, 46% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 9 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2020Vereador, Paracatu (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · próprios 91%
Gasto contratado
R$ 9 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil49,1%
  • PessoalR$ 4 mil45,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3503,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2002,2%
2016Vereador, Paracatu (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 7% · próprios 93%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil45,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil19,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 82513,1%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5008,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 88714,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1996

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Silvano Alves de Avelar (Prof. Silvano Avelar): candidaturas e votos · Radar do Voto