- Combustíveis e lubrificantesR$ 45051,0%
- Materiais impressosR$ 31035,1%
- Publicidade por adesivosR$ 11913,5%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 30,3%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Janete Ramos (Janete Martins Ramos) disputou 1 eleição, em 2020, para vereadora em Chopinzinho/PR, com 99 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2020 para vereadora em Chopinzinho/PR, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 407 de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 882 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 882, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 450), publicidade por materiais impressos (R$ 310) e publicidade por adesivos (R$ 119).
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Janete Ramos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Chopinzinho (PR) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 407 de outras campanhas, R$ 100 de doações privadas e R$ 882 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 882, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 450) e publicidade por materiais impressos (R$ 310).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.