- Materiais impressosR$ 40 mil42,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil3,8%
- Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil1,7%
- Outras 7 categoriasR$ 50 mil52,3%
Dr Itamar (Itamar dos Santos) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado federal, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Ubá em 2004; vereador de Ubá em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por MG: 27.847 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Ubá/MG, declarou R$ 96 mil em receitas: R$ 31 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 65 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 96 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil), serviços contábeis (R$ 12 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 50 mil em 2018 (55% com publicidade por materiais impressos) e R$ 159 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Itamar dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr Itamar declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Ubá (MG) em 2008 e 2020, e deputado federal por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 96 mil em receitas: R$ 31 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 65 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 96 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil) e serviços contábeis (R$ 12 mil). Em 2018, 55% dos R$ 50 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 44% dos R$ 159 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.