Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Agostinho (Agostinho Ribeiro de Paiva) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Rio Preto em 2012 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Rio Preto/MG: 2.170 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Rio Preto/MG, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 4 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com pessoal (R$ 2 mil), serviços advocatícios (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 90 mil em 2016 e R$ 5 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
113 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de Agostinho Ribeiro de Paiva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 7 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos
Agostinho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Rio Preto (MG) em 2008, 2012 e 2016, e vereador em Rio Preto (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 4 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com pessoal (R$ 2 mil) e serviços advocatícios (R$ 2 mil). Em 2016, R$ 90 mil em gastos contratados; em 2012, 61% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 7 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 90 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 86% · empresas 7% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 45 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 10 mil22,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil11,0%
Materiais impressosR$ 4 mil9,8%
Encargos sociaisR$ 3 mil7,2%
Outras 11 categoriasinclui R$ 220 lançados como "diversas a especificar"R$ 22 mil49,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 1996NÃO ELEITO995LRio Preto, Minas Gerais · 49 anos · Ensino médio incompleto · Funcionario Publico · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.