- Publicidade por adesivosR$ 10 mil13,0%
- Serviços contábeisR$ 8 mil10,3%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 6 mil8,2%
- Serviços advocatíciosR$ 5 mil6,8%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 36 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 45 mil61,7%
Célio Molinari disputou 2 eleições entre 2008 e 2020, para prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2020 para prefeito em São Gabriel do Oeste/MS, declarou R$ 76 mil em receitas: R$ 32 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 44 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 73 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 10 mil), serviços contábeis (R$ 8 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 6 mil).
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Célio Molinari declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em São Gabriel do Oeste (MS) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 76 mil em receitas: R$ 32 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 44 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 73 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 10 mil) e serviços contábeis (R$ 8 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.