Paulo Maria Rodrigues

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Paulo Maria Rodrigues
7 eleições entre 1994 e 2020 · último partido PODE
65 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Paulo Maria (Paulo Maria Rodrigues) disputou 7 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito, vereador, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Planaltina em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por GO: 10.079 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Planaltina/GO, declarou R$ 81 mil em receitas: R$ 65 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 16 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com pessoal (R$ 23 mil), serviços advocatícios (R$ 16 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 26 mil, 88% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

822 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Paulo Maria Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 81 mil em receitas · R$ 65 mil em gastos contratados

Paulo Maria declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006, e prefeito em Planaltina (GO) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 81 mil em receitas: R$ 65 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 16 mil de doações privadas (10 doadores). Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com pessoal (R$ 23 mil) e serviços advocatícios (R$ 16 mil). Em 2006, 88% dos R$ 26 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 81 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 65 milcontratados
Gastos em 2006R$ 26 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Prefeito, Planaltina (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 81 mil
10 doadores pessoas físicas
FEFC 81% · pessoas 19%
Gasto contratado
R$ 65 mil
pago: R$ 65 mil (99%)
  • PessoalR$ 23 mil35,4%
  • Materiais impressosR$ 3 mil3,8%
  • Outras 8 categoriasR$ 40 mil60,7%
2006Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 23 mil87,6%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil11,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 2400,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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