Dayse Penna

Foto de Dayse Marques Penna
Dayse Penna
Dayse Marques Penna (nome civil)
3 eleições entre 2016 e 2022 · último partido NOVO
51 anos em 2022 · Feminino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dayse Penna (Dayse Marques Penna) disputou 3 eleições entre 2016 e 2022, para deputada estadual, prefeita e vice-prefeita. Ela foi eleita 1 vez: vice-prefeita de Volta Redonda em 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeita em Volta Redonda/RJ: 3.197 votos. Na campanha de 2022 para deputada estadual por RJ, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (6 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 720) e taxa de administração de financiamento coletivo (R$ 1). Na campanha de 2020, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 225 mil, 61% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.726 votos em 2022 · 3 eleições

A votação de Dayse Marques Penna em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 5 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos

Dayse Penna declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Volta Redonda (RJ) em 2020, e deputada estadual por Rio de Janeiro em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (6 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 720). Em 2020, 61% dos R$ 225 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 225 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22020 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2022Deputada estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
6 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 66% · pessoas 34%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil77,9%
  • Materiais impressosR$ 72022,1%
  • Taxa de administração de financiamento coletivoR$ 1menos de 0,1%
2020Prefeita, Volta Redonda (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 148 mil
sem doações de pessoas
FEFC 1% · Fundo Partidário 99%
Gasto contratado
R$ 225 mil
pago: R$ 146 mil (65%)
  • Materiais impressosR$ 137 mil61,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 18 mil7,9%
  • Serviços contábeisR$ 9 mil4,0%
  • Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 2 mil0,9%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 38 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 21 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 59 mil26,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleita em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892