Salvador Rolim

Foto de Salvador de Oliveira
Salvador Rolim
Salvador de Oliveira (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PT
65 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Trabalhador Rural

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Salvador Rolim (Salvador de Oliveira) disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1996, para vereador em Taquarituba/SP: 177 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Taquarituba/SP, declarou R$ 2 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 600), alimentação (R$ 382) e combustíveis e lubrificantes (R$ 319). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 82 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 473 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

54 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Salvador de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Salvador Rolim declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Taquarituba (SP) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 600) e alimentação (R$ 382). Em 2012, 100% dos R$ 82 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 473 em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 82contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2020Vereador, Taquarituba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 60037,6%
  • AlimentaçãoR$ 38223,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 31920,0%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 295 doados a outros candidatos e partidosR$ 29518,5%
2012Vereador, Taquarituba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 82
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 82
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 82100,0%
2008Vereador, Taquarituba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 473
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 473
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 473100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892