Paulo Rogerio Bandole Boechat

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Paulo Rogerio Bandole Boechat
6 eleições entre 2006 e 2020 · último partido SOLIDARIEDADE
56 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Comerciante
redes informadas ao TSE
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Rogerinho (Paulo Rogerio Bandole Boechat) disputou 6 eleições entre 2006 e 2020, para prefeito, deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Itaperuna em 2016; vereador de Itaperuna em 2012. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RJ: 10.010 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Itaperuna/RJ, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 31 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil), serviços advocatícios (R$ 9 mil) e pessoal (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 89 mil em 2018 e R$ 64 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

931 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Paulo Rogerio Bandole Boechat em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 47 mil em receitas · R$ 47 mil em gastos

Rogerinho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, 2014 e 2018, vereador em Itaperuna (RJ) em 2012, e prefeito em Itaperuna (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 31 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 47 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e serviços advocatícios (R$ 9 mil). Em 2018, R$ 89 mil em gastos; em 2014, R$ 64 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 47 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 47 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 89 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Itaperuna (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 47 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 66% · pessoas 10% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 47 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 16 mil33,3%
  • Serviços advocatíciosR$ 9 mil19,1%
  • PessoalR$ 9 mil18,3%
  • Serviços contábeisR$ 7 mil14,4%
  • Outras 5 categoriasR$ 7 mil14,9%
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 91 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 23% · pessoas 67% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 89 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 31 mil34,5%
  • Materiais impressosR$ 9 mil10,3%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 6 mil7,3%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil4,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 25 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 39 mil43,4%
2014Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 64 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 87% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 64 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20 mil31,0%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 18 mil28,6%
  • PessoalR$ 8 mil12,8%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil10,2%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 794 lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil17,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Itaperuna (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Correspondências e despesas postaisR$ 8 mil55,4%
  • Materiais impressosR$ 5 mil31,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1 mil9,0%
  • Materiais de expedienteR$ 4863,4%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 160 lançados como "diversas a especificar"R$ 1601,1%
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
10 doadores pessoas físicas
pessoas 91% · empresas 2% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 8 mil53,3%
  • Materiais impressosR$ 4 mil26,5%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil10,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8345,8%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 168 lançados como "diversas a especificar"R$ 5734,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Paulo Rogerio Bandole Boechat (Rogerinho): candidaturas e votos · Radar do Voto