- PessoalR$ 49 mil41,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 19 mil15,8%
- Materiais impressosR$ 4 mil3,3%
- Outras 4 categoriasR$ 47 mil39,6%
Delegada Sidneia Tobias (Sidnéia Catarina Tobias) disputou 5 eleições entre 2006 e 2024, para vereadora, deputada federal, prefeita e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeita em Campo Grande/MS: 19.103 votos. Na campanha de 2024 para vereadora em Campo Grande/MS, declarou R$ 120 mil em receitas: R$ 84 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outros recursos do partido e R$ 34 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 118 mil, principalmente com pessoal (R$ 49 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 39 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 19 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 325 mil em 2022 (99% com pessoal) e R$ 148 mil em 2020.
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A votação de Sidneia Catarina Tobias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Delegada Sidneia Tobias declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada estadual por Mato Grosso do Sul em 2006 e 2018, prefeita em Campo Grande (MS) em 2020, deputada federal por Mato Grosso do Sul em 2022, e vereadora em Campo Grande (MS) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 120 mil em receitas: R$ 84 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outros recursos do partido e R$ 34 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 118 mil, principalmente com pessoal (R$ 49 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 39 mil). Em 2022, 99% dos R$ 325 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2020, R$ 148 mil em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.