- Serviços de terceirosR$ 18 mil21,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 15 mil17,6%
- Materiais impressosR$ 7 mil7,7%
- Locação de imóveisR$ 3 mil3,1%
- PessoalR$ 2 mil2,3%
- Outras 13 categoriasR$ 41 mil48,0%
Lucineide Barros (Lucineide Barros Medeiros) disputou 1 eleição, em 2020, para prefeita em Teresina/PI, com 8.283 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2020 para prefeita em Teresina/PI, declarou R$ 86 mil em receitas: R$ 66 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outras campanhas e R$ 13 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 85 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 18 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 16 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 15 mil).
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Lucineide Barros declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Teresina (PI) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 86 mil em receitas: R$ 66 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outras campanhas e R$ 13 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 85 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 18 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 16 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.