Luiz Carlos da Rocha Novaes

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Luiz Carlos da Rocha Novaes
11 eleições entre 1986 e 2022 · último partido PSB
83 anos em 2022 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Luiz Novaes (Luiz Carlos da Rocha Novaes) disputou 11 eleições entre 1986 e 2022, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e governador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 1994 e 1990. A maior votação foi em 1990, para deputado estadual por RJ: 20.550 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RJ, declarou R$ 168 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de doações privadas e R$ 83 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 169 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 135 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 14 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 13 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 200 mil em 2020 (65% com publicidade por materiais impressos) e R$ 56 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

2.573 votos em 2022 · 11 eleições

A votação de Luiz Carlos da Rocha Novaes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoGovernadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 168 mil em receitas · R$ 169 mil em gastos contratados

Luiz Novaes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: governador por Rio de Janeiro em 2006, deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010 e 2018, prefeito em Nova Iguaçu (RJ) em 2020, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 168 mil em receitas: R$ 80 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de doações privadas e R$ 83 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 169 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 135 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 14 mil). Em 2020, 65% dos R$ 200 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 61% dos R$ 56 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 168 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 169 milcontratados
Gastos em 2020R$ 200 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 168 mil
doações de pessoas
FEFC 48% · pessoas 3% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 169 mil
pago: R$ 168 mil (99%)
  • Materiais impressosR$ 135 mil79,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 14 mil8,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 13 mil7,7%
  • Serviços advocatíciosR$ 3 mil1,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil2,6%
2020Prefeito, Nova Iguaçu (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 200 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 131 mil65,4%
  • PessoalR$ 38 mil18,9%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 11 mil5,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 11 mil5,5%
  • Outras 4 categoriasR$ 9 mil4,7%
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 61 mil
sem doações de pessoas
FEFC 8% · partido e outras campanhas 10% · próprios 82%
Gasto contratado
R$ 56 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 34 mil60,7%
  • Serviços de terceirosR$ 17 mil30,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil5,4%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2 mil3,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 26menos de 0,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 66 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 10% · empresas 76% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 66 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 35 mil53,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 11 mil16,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 7 mil11,4%
  • Materiais impressosR$ 4800,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 12 mil17,9%
2006Governador, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 27 mil64,1%
  • Materiais impressosR$ 9 mil20,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil5,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8001,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 850 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil7,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 1990 e 1994

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Luiz Carlos da Rocha Novaes (Luiz Novaes): candidaturas e votos · Radar do Voto