Marcelo de Moura Bluma

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Marcelo de Moura Bluma
14 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PV
62 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Marcelo Bluma (Marcelo de Moura Bluma) disputou 14 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, deputado estadual, prefeito, governador e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Campo Grande em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2018, para governador por MS: 16.544 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 461 mil em receitas: R$ 422 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 34 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 418 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 153 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 57 mil) e serviços de terceiros (R$ 48 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 424 mil em 2022 e R$ 268 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

1.296 votos em 2024 · 14 eleições

A votação de Marcelo de Moura Bluma em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoGovernador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 461 mil em receitas · R$ 418 mil em gastos

Marcelo Bluma declarou receitas e gastos ao TSE em 9 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2008 e 2024, deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2010, 2014 e 2022, prefeito em Campo Grande (MS) em 2012, 2016 e 2020, e governador por Mato Grosso do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 461 mil em receitas: R$ 422 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 34 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 418 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 153 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 57 mil). Em 2022, R$ 424 mil em gastos; em 2020, 48% dos R$ 268 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos.

Receitas em 2024R$ 461 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 418 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 424 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas9de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 461 mil
25 doadores pessoas físicas
FEFC 92% · pessoas 7% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 418 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 153 mil36,6%
  • Serviços de terceirosR$ 48 mil11,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 35 mil8,4%
  • Materiais impressosR$ 29 mil6,9%
  • Locação de imóveisR$ 15 mil3,5%
  • Outras 15 categoriasR$ 138 mil33,0%
2022Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 495 mil
14 doadores pessoas físicas
FEFC 51% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 44% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 424 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 129 mil30,5%
  • PessoalR$ 104 mil24,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 85 mil20,0%
  • Serviços de terceirosR$ 19 mil4,4%
  • Materiais impressosR$ 8 mil1,8%
  • Outras 10 categoriasR$ 80 mil18,8%
2020Prefeito, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 282 mil
sem doações de pessoas
FEFC 93% · Fundo Partidário 7%
Gasto contratado
R$ 268 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 128 mil47,7%
  • PessoalR$ 36 mil13,5%
  • Materiais impressosR$ 5 mil1,7%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 66 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 100 mil37,1%
Ver as 6 campanhas anteriores
2018Governador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 300 mil
sem doações de pessoas
FEFC 97% · Fundo Partidário menos de 1% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 295 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 120 mil40,7%
  • PessoalR$ 36 mil12,3%
  • Serviços de terceirosR$ 22 mil7,4%
  • Materiais impressosR$ 10 mil3,3%
  • Locação de imóveisR$ 4500,2%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 39 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 107 mil36,2%
2016Prefeito, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 195 mil
27 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 38% · pessoas 25% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 195 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 58 mil29,7%
  • Materiais impressosR$ 21 mil10,9%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil1,5%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 113 mil57,8%
2014Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 476 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 98% · pessoas menos de 1% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 475 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 257 mil54,1%
  • Materiais impressosR$ 60 mil12,6%
  • Materiais impressosR$ 16 mil3,4%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil0,9%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil0,4%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 60 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 136 mil28,5%
2012Prefeito, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 162 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 62% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 76 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 37 mil48,6%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 675 lançados como "diversas a especificar" e R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 39 mil51,4%
2010Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 123 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 47% · empresas 32% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 123 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 70 mil57,2%
  • Materiais impressosR$ 15 mil12,6%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 37 mil30,2%
2008Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 104 mil
29 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 4% · empresas 68% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 104 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 61 mil58,5%
  • Materiais impressosR$ 11 mil10,5%
  • Outras 6 categoriasR$ 32 mil30,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

14 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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