- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 12 mil38,7%
- Serviços advocatíciosR$ 6 mil20,0%
- Serviços contábeisR$ 6 mil20,0%
- Serviços de terceirosR$ 3 mil10,0%
- Outras 7 categoriasR$ 3 mil11,3%
Dr Edson Batista (Edson Batista) disputou 9 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Campos em 2012, 2000 e 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por RJ: 17.087 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Campos/RJ, declarou R$ 34 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 12 mil), serviços advocatícios (R$ 6 mil) e serviços contábeis (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 263 mil em 2018 (46% com serviços de terceiros) e R$ 32 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Edson Batista em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr Edson Batista declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Campos (RJ) em 2008, 2012 e 2020, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 34 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com criação e inclusão de páginas na internet (R$ 12 mil) e serviços advocatícios (R$ 6 mil). Em 2018, 46% dos R$ 263 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2012, R$ 32 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.