Márcio Amaral declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Alegrete (RS) em 2012, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2018, prefeito em Alegrete (RS) em 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 265 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 20 mil de outros recursos do partido, R$ 205 mil de doações privadas (23 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 172 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil); R$ 159 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 118 mil em gastos; em 2018, R$ 181 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Receitas em 2026R$ 265 milparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 172 milcontratados, parcial; R$ 159 mil pagos
Gastos em 2020R$ 118 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42012, 2018, 2020 e 2026
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 265 mil
23 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
Fundo Partidário 8% · partido 8% · pessoas 77% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 172 mil
pago até agora: R$ 159 mil (92%)
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50 mil29,0%
- Materiais impressosR$ 48 mil27,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 37 mil21,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 29 mil16,8%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 600 lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil4,7%
Arrecadado
R$ 124 mil
24 doadores pessoas físicas
FEFC 21% · pessoas 72% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 118 mil
tudo pago (100%)
- Materiais impressosR$ 36 mil30,5%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 30 mil25,3%
- PessoalR$ 15 mil12,7%
- Correspondências e despesas postaisR$ 7 mil5,7%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 20 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 31 mil25,8%
Arrecadado
R$ 193 mil
3 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 78% · partido e outras campanhas 12% · pessoas 9% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 181 mil
tudo pago (100%)
- PessoalR$ 40 mil22,2%
- Materiais impressosR$ 39 mil21,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 31 mil16,9%
- Locação de imóveisR$ 20 mil11,0%
- Outras 12 categoriasR$ 51 mil28,3%
Ver a campanha anterior
Arrecadado
R$ 7 mil
9 doadores pessoas físicas
partido 1% · pessoas 92% · empresas 7%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 4 mil80,5%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 50011,5%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 3508,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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