Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Didi Filgueira (Edilson Filgueira da Silva) disputou 1 eleição, em 2020, para prefeito em Itaguaru/GO e foi eleito com 2.368 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Itaguaru/GO, declarou R$ 38 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 18 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil), pessoal (R$ 5 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 2 mil).
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 38 mil em receitas · R$ 35 mil em gastos
Didi Filgueira declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Itaguaru (GO) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 38 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido, R$ 18 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 35 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil) e pessoal (R$ 5 mil).
Receitas em 2020R$ 38 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 35 milcampanha encerrada; tudo pago
Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 2 mil4,3%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil4,3%
Outras 3 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil14,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.