- Serviços advocatíciosR$ 15 mil71,4%
- PessoalR$ 6 mil28,6%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 9menos de 0,1%
Segundo o Radar do Voto, Adriciele Dalacorte (PRD) ficou como suplente de deputada estadual por Goiás em 2026, com 165 votos, pelo resultado oficial do TSE. Adriciele Dalacorte (Adriciele Fatima Spelier Dalacorte) disputou 3 eleições entre 2020 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por GO: 165 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por GO, declarou R$ 45 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 15 mil), pessoal (R$ 6 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 9). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 50 mil em 2022 e R$ 2 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Adriciele Fatima Spelier Dalacorte em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Adriciele Dalacorte declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Goianira (GO) em 2020, e deputada estadual por Goiás em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 45 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 15 mil) e pessoal (R$ 6 mil); R$ 21 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 50 mil em gastos; em 2020, 88% dos R$ 2 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.