Tiago Andrino (Tiago de Paula Andrino) disputou 7 eleições entre 2006 e 2022, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Palmas em 2016. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por TO: 36.397 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por TO, declarou R$ 50 mil em receitas, de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,6 milhões em 2020 (50% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 541 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
15.707 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de Tiago de Paula Andrino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 50 mil em receitas
Tiago Andrino declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por Santa Catarina em 2006, vereador em Florianópolis (SC) em 2008, deputado federal por Tocantins em 2014, 2018 e 2022, vereador em Palmas (TO) em 2016, e prefeito em Palmas (TO) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 50 mil em receitas, de doações privadas. Em 2020, 50% dos R$ 2,6 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2018, R$ 541 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2,6 milhõescontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 25% · pessoas 69% · empresas 3% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 30 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 14 mil48,6%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil11,8%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil10,7%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil7,1%
Outras 8 categoriasinclui R$ 465 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil21,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2022—GTO · 42 anos · Parda · Superior completo · Advogado · PSB · nº 4040 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleiçãoprestação de contas
Prefeito · 2020NÃO ELEITO15.707LPalmas, Tocantins · 40 anos · Parda · Superior completo · Advogado · PSB · nº 40 · ver resultado completo
Vereador · 2008SUPLENTE1.415LFlorianópolis, Santa Catarina · 28 anos · Superior incompleto · Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados · PC do B · nº 65100 · ver resultado completo
Deputado Federal · 2006SUPLENTE12.023GSC · 26 anos · Superior incompleto · Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados · PC do B · nº 6510 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.