- Serviços de terceirosR$ 2 milhões31,1%
- Materiais impressosR$ 351 mil5,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 278 mil4,2%
- Locação de imóveisR$ 191 mil2,9%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 3,3 milhões doados a outros candidatos e partidosR$ 3,7 milhões56,4%
Márcio França (Márcio Luiz França Gomes) disputou 9 eleições entre 1994 e 2022, para senador, prefeito, governador, vice-governador e deputado federal. Ele foi eleito 5 vezes: vice-governador em 2014; deputado federal em 2010 e 2006; prefeito de São Vicente em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2018, para governador por SP: 10.248.740 votos. Em 2026, concorre a vice-governador por SP pelo PSB. Na campanha de 2022 para senador por SP, declarou R$ 6,6 milhões em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 6,6 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 milhões), publicidade por materiais impressos (R$ 351 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 278 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,2 milhão em 2020 (42% com serviços de terceiros) e R$ 11,8 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Márcio Luiz França Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Márcio França declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006 e 2010, governador por São Paulo em 2018, prefeito em São Paulo (SP) em 2020, e senador por São Paulo em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 6,6 milhões em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 6,6 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 351 mil). Em 2020, 42% dos R$ 1,2 milhão em gastos foram com serviços de terceiros; em 2018, 45% dos R$ 11,8 milhões em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.