Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luiz Carlos (Luiz Carlos da Silva) disputou 12 eleições entre 1996 e 2024, para prefeito, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PI: 8.362 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Nazária/PI, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 49 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 30 mil), serviços contábeis (R$ 30 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 16 mil em 2020 (88% com cessão ou locação de veículos) e R$ 24 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
4.167 votos em 2024 · 12 eleições
A votação de Luiz Carlos da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 82 mil em receitas · R$ 69 mil em gastos
Luiz Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por Piauí em 2006, 2010 e 2014, vereador em Teresina (PI) em 2008, 2012 e 2016, e prefeito em Nazária (PI) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 82 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 49 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 30 mil) e serviços contábeis (R$ 30 mil). Em 2020, 88% dos R$ 16 mil em gastos foram com cessão ou locação de veículos; em 2016, R$ 24 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 82 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 69 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 16 milcampanha encerrada; tudo pago
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil42,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil37,3%
Materiais impressosR$ 2 mil15,1%
Publicidade por jornais e revistasR$ 7005,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2010VOTOS ANULADOSINDEFERIDO COM RECURSO8GPI · 59 anos · Lê e escreve · Agricultor · PT do B · nº 70456 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE3.329LTeresina, Piauí · 49 anos · Ensino médio completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PST · nº 18680 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.