- Materiais impressosR$ 265 mil22,9%
- PessoalR$ 231 mil20,0%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 137 mil11,9%
- Serviços de terceirosR$ 107 mil9,3%
- Outras 19 categoriasinclui R$ 199 lançados como "diversas a especificar"R$ 416 mil36,0%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Coronel Alvear (Irani Alvear Saraiva) disputou 1 eleição, em 2020, para prefeito em Contagem/MG, com 7.489 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2020 para prefeito em Contagem/MG, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 877 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 168 mil de doações privadas (33 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 265 mil), pessoal (R$ 231 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 137 mil).
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Coronel Alvear declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Contagem (MG) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 877 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 168 mil de doações privadas (33 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 265 mil) e pessoal (R$ 231 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.