Alexandre Cruz declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Nova Friburgo (RJ) em 2008, 2012 e 2016, e prefeito em Nova Friburgo (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 197 mil em receitas: R$ 138 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 16 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 192 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 55 mil) e publicidade por adesivos (R$ 38 mil). Em 2016, 45% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, R$ 11 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 197 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 192 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2020
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 197 mil
9 doadores pessoas físicas
FEFC 70% · Fundo Partidário 5% · pessoas 8% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 192 mil
tudo pago (100%)
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 55 mil28,5%
- Publicidade por adesivosR$ 38 mil19,7%
- Materiais impressosR$ 30 mil15,5%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 18 mil9,2%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 30 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 52 mil27,1%
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 31% · próprios 59%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 7 mil45,2%
- Publicidade por carros de somR$ 4 mil24,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil12,8%
- Publicidade por adesivosR$ 2 mil12,3%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 415 lançados como "diversas a especificar"R$ 7794,8%
Arrecadado
R$ 11 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 54% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil39,1%
- Materiais impressosR$ 3 mil29,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil11,4%
- Transporte ou deslocamentoR$ 1 mil9,1%
- Outras 2 categoriasR$ 1 mil11,1%
Ver a campanha anterior
Arrecadado
R$ 9 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 36% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil50,0%
- Materiais impressosR$ 2 mil18,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil15,5%
- Serviços de terceirosR$ 6006,7%
- Outras 3 categoriasR$ 8129,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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